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Créditos
"PARTES QUE NÃO SE REPARTEM"
FICO PERDIDO NESSA MESCLA DE TUDO:
SOU DUAS PARTES QUE SE AGITA
ORA TRISTEZA; OUTRAS ALEGRIA...
ACORDO NA PAZ INFINITA
ESCANCARO UMA RISPIDEZ, DEPOIS DE ALGUM TEMPO
PERCO EM MIM MESMO
NÃO SABENDO ONDE O BELO COMEÇA
ONDE O FEIO SE AGITA.
PORQUE ESSE DEGLADIAR DENTRO DE MIM?!
QUERIA SER UM SÓ, SIMPLESMENTE
MAS QUAL!
QUANDO VEJO ESCORREGO NUM SENTIMENTO AVESSO
PAGANDO ALTO PREÇO POR ISSO.
OLHO NO ESPELHO NO ENCONTRO DA RESPOSTA
ELE NADA ME DIZ
APENAS DELATA MINHA SILHUETA;
TÃO IGUAL EM SUA COPIA.
ENTÃO O PORQUE DISSO?!
SE REFLITO DE MANEIRA DESCONEXA DIANTE DESSA VIDA
FAZENDO DOIS TÃO DIFERENTES;
SOBRIO POR UM LADO
DESDENHADAMENTE INCONSEQUENTE NUM OUTRO INSTANTE
CARREGADO DE AMOR NUM AGORA
PARA DESCAMBAR NO ÓDIO NUM OUTRO RESVALAR DE MOMENTO.
DESISTO!
NUNCA VOU ENTENDER...
ACHO QUE NA VERDADE ESTOU FADADO A SER DOIS...
INFINITAMENTE.
MARCOS SERGIO T. LOPES - 10/09/2007

NARRAÇÃO
Poema declamado pelo autor.

“TIRAS”
Marcos Sergio
Mora comigo um mar de sentimentos
Emoções de todos os tipos
Mescla de dores e risos
Prontos e precisos
Me entonteço
Diante desse apreço
Que me chama
Que me acha
Depois me corta
Me deixa em pedaços.
Faz de mim, marionete
Prisioneiro de suas brincadeiras mil
Dono das minhas vontades
Me engana...
E me mostra tantos caminhos
Deixando-me enlouquecido.
Vou caminhando às cegas
Feito zumbi
Num rasgo de vida.
Imploro que não me aparte
Que nada!
Tal qual um mero surdo embrutecido
Esfacela-me
Deixando-me em carne viva.
Mora comigo sem que eu possa expulsar
Essa coisa que me debocha
Aposta mil vezes
No que levo dentro de mim
Rouba me engana
Faz trapaças...
Acha graça...
Me deixa consumido.
Fico inerte...
Até o novo golpe.
Já não consigo me juntar
Diante de tantos cortes.
Me faço morte!
Marcos Sergio T. Lopes – 07/03/2007
NARRAÇÃO FEITA PELO PRÓPRIO AUTOR

O sonho acabou...
O barulho do vento que move as folhas
Veja as lágrimas caindo soltas
Ouça este grito do meu coração
Era meu príncipe nesta história
Que sem pensar, foi-se embora
Não importa mais...
Meus sonhos ficaram para traz
Os pássaros acuados pela chuva fina
Meus mensageiros através da cortina
Não mais se alegram
Pois eu como eles estou
Neste mundo só
Pois o sonho acabou...
Era tudo em minha mente
Ter de ti beijos ardentes
Meu mundo no tempo parou
Pois por outra se apaixonou
À distância por si só nos separa
Tirando-me a mão que me afaga
Teu aroma permaneceu
Em todas as recordações que me deu
Sabe quais?
Lembre-se... Quem sabe...
De mim não as separo jamais
Pois o sonho acabou...
Iara A. Máximo Melchor
22/11/07
23h30min