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FOME DO SABER
Penso nesse Brasil de agora
De problemas tantos
Dos interesses escusos
Da vergonha da impunidade.
Brasil que agora me assusta
Pelas noticias alarmantes
Onde o jovem já não tem conhecimento
Não se envolve...
Diante da engrenagem que pouco incentiva
E nada comove.
Onde vai parar tudo isso?!
Nos reflexos vindouros
Quando teremos alienados
Numa pobreza imensa
Gerando problemas incalculáveis.
Caio em desespero diante disso...
Amanhã teremos mais violência
Uma fome alarmante
Num país que terá um numero maior de ignorantes.
A educação pede socorro
Morre aos poucos...
Diante da passividade dos seus gestores
E desinteresse de tantos.
Conhecimento não se compra; adquire!
Descaso existe
E isso é vergonhoso.
Acorda, Brasil!
Levanta meu povo
Vamos fazer essa terra germinar de novo
Fazer os sonhos se realizar
Diante da vontade tanta
De ser um destaque diante de todos.
Saber é de suma importância
É ser mais que um número
É evidencia caracterizada.
É o sucesso absoluto...
Para que teus sonhos não sejam apenas sonhos
Se concretizem através do conhecimento adquirido
Que te evidencia diante de um povo.
Marcos Sergio T. Lopes – 05/12/2007
NÃO DIGA NADA..
Entrelace
Marcos Sergio T. Lopes
&
Eliana Duarte
Se resolver voltar
Que seja bem devagar
Pra não assustar minha dor
Que anda tão chocada desde que você se foi.
Amor... perdão
Não diga nada...
Meu coração pode acreditar
E fazer as esperanças serem renovadas
Para aliviar sua dor.
Vim em silêncio, arrependida...
Sofrendo também...
Nem olhe profundamente em mim
Meus olhos podem brilhar!
Já que há muito se perderam no vazio
Procurando desesperadamente no
horizonte o teu olhar.
Me deixa ficar...
Prometo que é para sempre...
Que suas mãos não estendam pra mim
Minhas mãos tão vazias
Podem acreditar que as tuas
Querem com elas caminhar!
Segura minhas mãos
Acredita em mim desta vez...
Por favor, eu te peço,
Que os teus lábios não toquem os meus
Já que os meus ainda guardam a lembrança
Dos beijos teus.
Me deixa te beijar, roçar meus lábios
nos teus como sempre fiz...
Não será só lembrança, será meu amor de volta...
Se resolver voltar...
Apenas fique perto de mim
Até que meu desalento resolva ir embora
Junto com a lágrima que agora rola
Desde que você se foi
Não se cansando de escorrer
Já que não consigo viver sem você.
Vim enxugar teu pranto, aliviar nossa dor
que de tão grande não estou mais conseguindo nem respirar,
não sei viver sem você.
Me perdoa amor, me deixa te amar.
Marcos Sergio T. Lopes – 22/11/2007
"PARTES QUE NÃO SE REPARTEM"
FICO PERDIDO NESSA MESCLA DE TUDO:
SOU DUAS PARTES QUE SE AGITA
ORA TRISTEZA; OUTRAS ALEGRIA...
ACORDO NA PAZ INFINITA
ESCANCARO UMA RISPIDEZ, DEPOIS DE ALGUM TEMPO
PERCO EM MIM MESMO
NÃO SABENDO ONDE O BELO COMEÇA
ONDE O FEIO SE AGITA.
PORQUE ESSE DEGLADIAR DENTRO DE MIM?!
QUERIA SER UM SÓ, SIMPLESMENTE
MAS QUAL!
QUANDO VEJO ESCORREGO NUM SENTIMENTO AVESSO
PAGANDO ALTO PREÇO POR ISSO.
OLHO NO ESPELHO NO ENCONTRO DA RESPOSTA
ELE NADA ME DIZ
APENAS DELATA MINHA SILHUETA;
TÃO IGUAL EM SUA COPIA.
ENTÃO O PORQUE DISSO?!
SE REFLITO DE MANEIRA DESCONEXA DIANTE DESSA VIDA
FAZENDO DOIS TÃO DIFERENTES;
SOBRIO POR UM LADO
DESDENHADAMENTE INCONSEQUENTE NUM OUTRO INSTANTE
CARREGADO DE AMOR NUM AGORA
PARA DESCAMBAR NO ÓDIO NUM OUTRO RESVALAR DE MOMENTO.
DESISTO!
NUNCA VOU ENTENDER...
ACHO QUE NA VERDADE ESTOU FADADO A SER DOIS...
INFINITAMENTE.
MARCOS SERGIO T. LOPES - 10/09/2007

NARRAÇÃO
Poema declamado pelo autor.

“TIRAS”
Marcos Sergio
Mora comigo um mar de sentimentos
Emoções de todos os tipos
Mescla de dores e risos
Prontos e precisos
Me entonteço
Diante desse apreço
Que me chama
Que me acha
Depois me corta
Me deixa em pedaços.
Faz de mim, marionete
Prisioneiro de suas brincadeiras mil
Dono das minhas vontades
Me engana...
E me mostra tantos caminhos
Deixando-me enlouquecido.
Vou caminhando às cegas
Feito zumbi
Num rasgo de vida.
Imploro que não me aparte
Que nada!
Tal qual um mero surdo embrutecido
Esfacela-me
Deixando-me em carne viva.
Mora comigo sem que eu possa expulsar
Essa coisa que me debocha
Aposta mil vezes
No que levo dentro de mim
Rouba me engana
Faz trapaças...
Acha graça...
Me deixa consumido.
Fico inerte...
Até o novo golpe.
Já não consigo me juntar
Diante de tantos cortes.
Me faço morte!
Marcos Sergio T. Lopes – 07/03/2007
NARRAÇÃO FEITA PELO PRÓPRIO AUTOR

O sonho acabou...
O barulho do vento que move as folhas
Veja as lágrimas caindo soltas
Ouça este grito do meu coração
Era meu príncipe nesta história
Que sem pensar, foi-se embora
Não importa mais...
Meus sonhos ficaram para traz
Os pássaros acuados pela chuva fina
Meus mensageiros através da cortina
Não mais se alegram
Pois eu como eles estou
Neste mundo só
Pois o sonho acabou...
Era tudo em minha mente
Ter de ti beijos ardentes
Meu mundo no tempo parou
Pois por outra se apaixonou
À distância por si só nos separa
Tirando-me a mão que me afaga
Teu aroma permaneceu
Em todas as recordações que me deu
Sabe quais?
Lembre-se... Quem sabe...
De mim não as separo jamais
Pois o sonho acabou...
Iara A. Máximo Melchor
22/11/07
23h30min