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02/12/2007 a 08/12/2007

25/11/2007 a 01/12/2007

Visitas

Créditos



 

FOME DO SABER

 

Penso nesse Brasil de agora

De problemas tantos

Dos interesses escusos

Da vergonha da impunidade.

Brasil que agora me assusta

Pelas noticias alarmantes

Onde o jovem já não tem conhecimento

Não se envolve...

Diante da engrenagem que pouco incentiva

E nada comove.

Onde vai parar tudo isso?!

Nos reflexos vindouros

Quando teremos alienados

Numa pobreza imensa

Gerando problemas incalculáveis.

Caio em desespero diante disso...

Amanhã teremos mais violência

Uma fome alarmante

Num país que terá um numero maior de ignorantes.

A educação pede socorro

Morre aos poucos...

Diante da passividade dos seus gestores

E desinteresse de tantos.

Conhecimento não se compra; adquire!

Descaso existe

E isso é vergonhoso.

Acorda, Brasil!

Levanta meu povo

Vamos fazer essa terra germinar de novo

Fazer os sonhos se realizar

Diante da vontade tanta

De ser um destaque diante de todos.

Saber é de suma importância

É ser mais que um número

É evidencia caracterizada.

É o sucesso absoluto...

Para que teus sonhos não sejam apenas sonhos

Se concretizem através do conhecimento adquirido

Que te evidencia diante de um povo.

 

Marcos Sergio T. Lopes – 05/12/2007

 

 

::Postado por tertolopes às 23h26
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  NÃO DIGA NADA..

Entrelace

  Marcos Sergio T. Lopes

       &

  Eliana Duarte

 

Se resolver voltar

Que seja bem devagar

Pra não assustar minha dor

Que anda tão chocada desde que você se foi.

 

Amor... perdão

Não diga nada...

Meu coração pode acreditar

E fazer as esperanças serem renovadas

Para aliviar sua dor.

 

Vim em silêncio, arrependida...

Sofrendo também...

Nem olhe profundamente em mim

Meus olhos podem brilhar!

 

Já que há muito se perderam no vazio

Procurando desesperadamente no

 horizonte o teu olhar.

Me deixa ficar...

 

Prometo que é para sempre...

Que suas mãos não estendam pra mim

Minhas mãos tão vazias

Podem acreditar que as tuas

 

Querem com elas caminhar!

Segura minhas mãos

Acredita em mim desta vez...

Por favor, eu te peço,

 

Que os teus lábios não toquem os meus

Já que os meus ainda guardam a lembrança

Dos beijos teus.

Me deixa te beijar, roçar meus lábios

 

nos teus como sempre fiz...

Não será só lembrança, será meu amor de volta...

Se resolver voltar...

Apenas fique perto de mim

Até que meu desalento resolva ir embora

 

Junto com a lágrima que agora rola

Desde que você se foi

Não se cansando de escorrer

Já que não consigo viver sem você.

 

Vim enxugar teu pranto, aliviar nossa dor

que de tão grande não estou mais conseguindo nem respirar,

 não sei viver  sem você.

Me perdoa amor, me deixa te amar.

 

Marcos Sergio T. Lopes – 22/11/2007

 

::Postado por tertolopes às 03h09
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"PARTES QUE NÃO SE REPARTEM"

 

FICO PERDIDO NESSA MESCLA DE TUDO:

SOU DUAS PARTES QUE SE AGITA

ORA TRISTEZA; OUTRAS ALEGRIA...

ACORDO NA PAZ INFINITA

ESCANCARO UMA RISPIDEZ, DEPOIS DE ALGUM TEMPO

PERCO EM MIM MESMO

NÃO SABENDO ONDE O BELO COMEÇA

ONDE O FEIO SE AGITA.

PORQUE ESSE DEGLADIAR DENTRO DE MIM?!

QUERIA SER UM SÓ, SIMPLESMENTE

MAS QUAL!

QUANDO VEJO ESCORREGO NUM SENTIMENTO AVESSO

PAGANDO ALTO PREÇO POR ISSO.

OLHO NO ESPELHO NO ENCONTRO DA RESPOSTA

ELE NADA ME DIZ

APENAS DELATA MINHA SILHUETA;

TÃO IGUAL EM SUA COPIA.

ENTÃO O PORQUE DISSO?!

SE REFLITO DE MANEIRA DESCONEXA DIANTE DESSA VIDA

FAZENDO DOIS TÃO DIFERENTES;

SOBRIO POR UM LADO

DESDENHADAMENTE INCONSEQUENTE NUM OUTRO INSTANTE

CARREGADO DE AMOR NUM AGORA

PARA DESCAMBAR NO ÓDIO NUM OUTRO RESVALAR DE MOMENTO.

DESISTO!

NUNCA VOU ENTENDER...

ACHO QUE NA VERDADE ESTOU FADADO A SER DOIS...

INFINITAMENTE.

 

MARCOS SERGIO T. LOPES - 10/09/2007

::Postado por tertolopes às 01h12
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NARRAÇÃO

Poema declamado pelo autor.

::Postado por tertolopes às 02h05
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 “TIRAS”

Marcos Sergio

 

Mora comigo um mar de sentimentos

Emoções de todos os tipos

Mescla de dores e risos

Prontos e precisos

Me entonteço

Diante desse apreço

Que me chama

Que me acha

Depois me corta

Me deixa em pedaços.

Faz de mim, marionete

Prisioneiro de suas brincadeiras mil

Dono das minhas vontades

Me engana...

E me mostra tantos caminhos

Deixando-me enlouquecido.

Vou caminhando às cegas

Feito zumbi

Num rasgo de vida.

Imploro que não me aparte

Que nada!

Tal qual um mero surdo embrutecido

Esfacela-me

Deixando-me em carne viva.

Mora comigo sem que eu possa expulsar

Essa coisa que me debocha

Aposta mil vezes

No que levo dentro de mim

Rouba me engana

Faz trapaças...

Acha graça...

Me deixa consumido.

Fico inerte...

Até o novo golpe.

Já não consigo me juntar

Diante de tantos cortes.

Me faço morte!

Marcos Sergio T. Lopes – 07/03/2007

NARRAÇÃO FEITA PELO PRÓPRIO AUTOR

 

 

 

 

 

 

 

 

::Postado por tertolopes às 22h10
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O sonho acabou...

Iaramel

 

Ouça a chuva fina que cai no chão

O barulho do vento que move as folhas

Veja as lágrimas caindo soltas

Ouça este grito do meu coração

Era meu príncipe nesta história

Que sem pensar, foi-se embora

Não importa mais...

Meus sonhos ficaram para traz

Os pássaros acuados pela chuva fina

Meus mensageiros através da cortina

Não mais se alegram

Pois eu como eles estou

Neste mundo só

Pois o sonho acabou...

Era tudo em minha mente

Ter de ti beijos ardentes

Meu mundo no tempo parou

Pois por outra se apaixonou

À distância por si só nos separa

Tirando-me a mão que me afaga

Teu aroma permaneceu

Em todas as recordações que me deu

Sabe quais?

Lembre-se... Quem sabe...

De mim não as separo jamais

Pois o sonho acabou...

Iaramel

Iara A. Máximo Melchor

22/11/07

23h30min

 

 

::Postado por tertolopes às 01h41
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